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quinta-feira, 2 de março de 2023

Arte surrealista:

Arte surrealista: 
conheça a história, obras, características e principais artistas
A arte surrealista foi um marco e tanto na história da arte.
 Antes dela, tudo era muito concreto e definido. 
A arte surrealista trouxe o fantástico para as obras de arte, não exigindo mais limites, coerência ou definições.
 A ordem era deixar as emoções aflorarem.
 O resultado são quadros belíssimos que desafiam nossa inteligência e nos fazem refletir sobre a realidade e a humanidade.
 Obras da arte surrealista podem deixar sua casa surpreendente!

Saiba tudo sobre a arte surrealista!
As obras de arte, incluindo a arte surrealista, inspiram não só grandes artistas, mas também boas decorações. Isso porque arte e decoração sempre andaram juntas, com uma eterna interferência da primeira sobre a segunda. A arte surrealista é uma das que mais inspiram a decoração, mas não é a única. Para conhecer outras, confira os artigos da Westwing. Afinal, nosso compromisso é ajudá-la a deixar sua casa ainda mais bonita e aconchegante.
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O que é arte surrealista?
A arte surrealista faz parte do surrealismo. O surrealismo foi um famoso movimento artístico que nasceu na Europa. Seu marco inicial foi o Manifesto Surrealista escrito por André Breton e publicado em 1924.

Nele, assim como em todo o movimento surrealista, a ordem era criticar a racionalidade burguesa e lutar por um lugar em favor do maravilhoso e do fantástico. Tanto é que os surrealistas criaram uma realidade superior, chamada “maravilhosa”, acima até mesmo àquela imposta pela sociedade burguesa.


Escultura Nobreza do Tempo, de Salvador Dalí, na capital de Andorra.

Com esse objetivo surgiram muitos artistas que criaram obras de arte fantásticas e instigantes. E o movimento não se limitou apenas à arte. Ele também era vista em esculturas, teatro, cinema, literatura e filosofia.
Como é feita a arte surrealista: técnicas utilizadas

A arte surrealista é feita com técnicas diferenciadas. Uma das técnicas mais populares é a pintura automática. Isso seria uma transcrição imediata do inconsciente direto para a tela, tentando driblar o controle da consciência do artista que poderia reprimir sua criatividade.

Com isso a tela se enchia com a liberação de imagens que surgia em sua mente e de seus impulsos criativos. Isso gerou muitas pinturas famosas.


Carnaval do Arlequim, Joan Miró (1925). Fonte: Wahoo Art

Uma outra técnica bastante utilizada na arte surrealista é a colagem. Nela, imagens são reunidas aleatoriamente, sempre totalmente ao acaso. Essa técnica da arte surrealista cria uma justaposição de objetos desconexos e associações que em um primeiro momento parecem completamente impossíveis.

No geral, as técnicas da arte surrealista tinham como objetivo criar imagens com elementos surreais e formas baseadas na fantasia. Para isso eram usados os sonhos e o inconsciente. Dentro da dimensão do imaginário, há uma busca da perfeição no desenho e nas cores. Os artistas surrealistas também brincavam com ilusões óticas.
Principais características do surrealismo

O surgimento do surrealismo aconteceu numa época de pleno desenvolvimento tecnológico, acompanhado pelas incertezas da guerra. O período, conhecido como anos loucos, deu aos artistas a oportunidade de explorar a arte de uma nova maneira.


Sofá Mae West Lips, Salvador Dalí (1936). Fonte: Dali Paintings

A arte surrealista utiliza o subconsciente e sonhos como fonte de inspiração. Entre as principais características do movimento estão:Ausência de lógica;
Valorização da fantasia, inconsciente e loucura;
Criação de uma realidade paralela;
Pensamento livre;
Expressividade espontânea.
Principais artistas surrealistas

A arte surrealista fez surgir muitos artistas famosos que souberam captar a essência desse movimento como ninguém. Um desses artistas, talvez o mais famoso do movimento surrealista, foi o espanhol Salvador Dalí. 
A partir da década de 1930, Dali passa a retratar o fantástico em seus quadros, depois de entrar em contato com artigos de Sigmund Freud.


Salvador Dalí é o principal artista surrealista. Fonte: Wiki Art

Outro artista que também ficou bastante conhecido foi o, também espanhol, Joan Miró, que pintou muitas cenas oníricas e paisagens imaginárias. Tanto seus quadros quanto os de Salvador Dalí podem ser encontrados espalhados por museus e coleções particulares no mundo todo.


Joan Miró usava referências modernistas em seus quadros. Fonte: Wiki Art

Além deles, outros grandes nomes da arte surrealista são:Max Ernst
René Magritte
André Breton
André Masson
Quais são os principais artistas do surrealismo no Brasil?

A arte surrealista também criou raízes no Brasil. Aqui, ela chegou durante o movimento modernista, em 1930. Os principais precursores da arte no país foram Tarsila do Amaral, Cícero Dias e Ismael Nery. Além deles, outros artistas importantes foram:Os escritores Aníbal Machado e Mário Pedrosa;
o poeta Murilo Mendes;
a escultora Maria Martins.
Quem é o principal precursor do surrealismo no Brasil?

O principal precursor da arte surrealista no Brasil foi Tarsila do Amaral. Tanto que sua obra, “O Abaporu”, é uma das mais conhecidas e importantes do movimento aqui no país. Ela conseguiu capturar a essência da brasilidade por meio de diversos elementos.


“O Abaporu” é um clássico da arte surrealista brasileira.
Exemplos de obras surrealistas

Para visualizar o surrealismo na prática, confira algumas das principais obras e seus respectivos autores:

Cisnes Refletindo Elefantes, Salvador Dalí (1937). Fonte: Dalí Paintings


Oedipus Rex, Max Ernst (1922). Fonte: Max Ernst


Terra Lavrada, Joan Miró (1923). Fonte: Wiki Art



O Filho do Homem, Rene Magritte (1964). Fonte: Wikiart



A Metamorfose dos Amantes, André Masson (1938). Fonte: Wiki Art

Agora que você já sabe tudo sobre a arte surrealista, continue na Westwing e confira tudo sobre decoração de casa! Mescle o surrealismo com o estilo industrial, boho ou minimalista.

Arte rupestre

 

Arte rupestre

A arte rupestre é a produção artística feita pelos hominídeos durante a Pré-História e se apresenta por meio de pinturas e gravuras nas cavernas e nos utensílios domésticos.

Arte rupestre em parede de caverna no Vale de Vezere, na França.[1]
Arte rupestre em parede de caverna no Vale de Vezere, na França.

A arte rupestre é a produção artística feita pelos hominídeos durante a Pré-História. Esse tipo de arte se encontra em pinturas nas paredes das cavernas e na parte externa dos utensílios domésticos utilizados durante a Pré-História. Essa produção artística se tornou fonte histórica para os pesquisadores aprofundarem seu conhecimento sobre o surgimento dos primeiros seres humanos, seus costumes e crenças.

Leia também: Arte pré-histórica — uma fonte histórica importante para os historiadores


Tópicos deste artigo
1 - Resumo sobre a arte rupestre

2 - O que é arte rupestre?

3 - Significado da arte rupestre

4 - Características da arte rupestre

5 - Tipos de arte rupestre

6 - Objetivos da arte rupestre

7 - Temáticas da arte rupestre
8 - Arte rupestre no Brasil
→ Videoaula sobre a Pré-História no Brasil

9 - Arte rupestre no mundo

10 - Descoberta da arte rupestre



Resumo sobre a arte rupestre

A arte rupestre surgiu na Pré-História e representa as primeiras produções artísticas da humanidade, feitas em cavernas e objetos domésticos.


As gravuras e as pinturas rupestres são dois tipos de arte rupestre.


A produção artística, segundo estudiosos, se refere aos costumes e às primeiras crenças dos hominídeos.


Tanto no Brasil como no mundo, existem várias maneiras de expressão artística ligadas à arte rupestre.
O que é arte rupestre?

A arte rupestre é a produção artística feita pelos hominídeos durante a Pré-História. Essa produção se tornou fonte histórica para o estudo sobre os costumes e as primeiras crenças das tribos pré-históricas.

Acredita-se que essa arte foi desenvolvida entre os anos de 40 mil a.C. e 8 mil a.C., provavelmente entre o Paleolítico Superior e o Neolítico. A forma de fazer as pinturas e gravuras variavam de região para região.
Significado da arte rupestre

Os estudiosos não afirmam com precisão se as pinturas e as gravuras feitas nas cavernas e rochas são produções artísticas, por causa da imprecisão dos registros obtidos. Além disso, sua autenticidade foi questionada no final do século XIX. Os estudos desse período foram influenciados pelo pensamento darwiniano, ou seja, a ideia de evolução das espécies, e os homens primitivos, de acordo com essa visão, não teriam evoluído o suficiente para pintar e desenhar.

Mesmo assim, a arte rupestre foi reconhecida se tornou fonte histórica para o estudo sobre a Pré-História. O significado dessa arte está no registro do cotidiano vivido pelos hominídeos. O elemento memória se tornou importante para esses grupos, pois sentiam a necessidade de registrar eventos importantes ou notáveis de sua vivência.

Como os hominídeos viviam em grupos, acredita-se que laços de proximidade entre os integrantes eram fortalecidos ao registrar seus feitos, seus desejos, suas vontades. Certamente, também, havia uma identificação com aquilo que era registrado.

Nota-se que a evolução humana influenciou a produção artística, promovendo a variação de um tipo para outro, bem como de suas especificidades.



Características da arte rupestre

As características da arte rupestre são:

imagens feitas nas paredes de cavernas;


uso de linhas, traços e formas geométricas;


homens, animais e cenas do dia a dia retratados nas imagens;


uso dos dedos para pintar e desenhar;


carvão, sangue e clara de ovo como material de pintura ou desenho.
Tipos de arte rupestre

Os tipos de arte rupestre são:

a) Pintura rupestre: consiste na aplicação de pigmentos sobre as superfícies, sendo comumente encontrada nas paredes das cavernas onde os hominídeos se abrigavam e em outros lugares por onde passavam.

b) Gravura rupestre: baseia-se na gravação de figuras nas rochas e em utensílios.

Leia também: Idade dos Metais — período que abriu caminho para o surgimento das primeiras civilizações
Objetivos da arte rupestre

Com a arte rupestre, os hominídeos tinham como principal objetivo, de acordo com historiadores e antropólogos, registrar seu cotidiano, como os animais que caçavam ou desejavam caçar, bem como os primeiros ritos religiosos e outras cerimônias praticadas pelas tribos. Porém, ainda existem incertezas se alguns registros são, de fato, expressões artísticas dos primeiros grupos humanos.
Temáticas da arte rupestre

A temática característica da arte rupestre se refere basicamente à rotina vivida pelos hominídeos. Não havia uma produção aprofundada e complexa. Outra temática usual eram os registros abstratos, que, segundo estudiosos, acredita-se serem imagens ritualísticas e mágicas. Entretanto, novamente, esses registros despertam discussões sobre sua autenticidade e o seu real significado.
As paredes das cavernas foram usadas pelos hominídeos para fazer pinturas que retratavam o cotidiano dos primeiros agrupamentos humanos da História.
Arte rupestre no Brasil

No Brasil, a arte rupestre está presente em gravuras feitas em pedras datando de 3 mil a 10 mil anos atrás. São produções artísticas dos primeiros habitantes do território brasileiro, registradas muito antes da chegada dos portugueses, em 1500.

O Nordeste brasileiro é o local onde há maior concentração de arte rupestre em todo o mundo. Por conta da vegetação intransponível e das dificuldades de ocupação humana, a produção artística pré-histórica foi preservada nesses locais.

Os temas retratados na arte rupestre brasileira são o cotidiano dos hominídeos, a fertilidade, e os objetos utilizados no dia a dia. Além disso, há registros que os estudiosos acreditam expressar vivências místicas.

Abaixo, estão listadas algumas localizações contendo arte rupestre no Brasil:

Parque Nacional da Serra da Capivara (Piauí);


Parque Nacional do Catimbau (Pernambuco);


Lajedo de Soledade (Rio Grande do Norte);


Parque Nacional Sete Cidades (Piauí);


Cariris Velhos (Paraíba);


Lagoa Santa (Minas Gerais);


Rondonópolis (Mato Grosso);


Peruaçu (Minas Gerais).
→ Vídeo aula sobre a Pré-História no Brasil


Arte rupestre no mundo
Em vários países, a arte rupestre foi expressa nas paredes das cavernas e em gravuras feitas em pedras. A produção apresenta pinturas de animais (como cavalos, bisões e outros) que conviviam no mesmo ambiente que os hominídeos. Além disso, eram registradas mãos humanas e outros símbolos.

A seguir, confira alguns locais onde se encontra arte rupestre no mundo:

Caverna de Altamira (Espanha);


Caverna de Chavet (França);


Vale do Rio Côa (Portugal).


Descoberta da arte rupestre

A arte rupestre foi descoberta pelo arqueólogo espanhol Marcelino Sanz De Sautuola, na caverna de Altamira, na Espanha, no século XIX. Àquela época, a teoria evolucionista de Charles Darwin estava em evidência na Europa, e a descoberta de Sautuola foi considerada por muitos estudiosos como uma fraude.

A justificativa para o descrédito é que se acreditava que os hominídeos não teriam capacidade para realizar determinadas produções artísticas. Somente no século XX as pinturas e gravuras rupestres foram reconhecidas como arte feita pelos primeiros agrupamentos humanos.

Técnica de Grid

 

 Técnica de Grid (grade) Na aula de hoje relembraremos a artista Frida Kahlo e a técnica de desenho quadriculado que é muito utilizada para desenhar rostos. Técnica de Grid triangular Grid (ou grade) é uma técnica que é utilizada para reproduzir desenhos de qualquer tipo (realismo, anime etc) 
Para isso, uma grade feita de triângulos é criada tanto na foto de referência como na superfície do papel de desenho. Esta grade é criada dividindo o comprimento e a largura e, em seguida, são feitas mais linhas diagonais a partir de cada um dos cantos.

 

 

Técnica de Grid quadriculado Esta técnica consiste em você fazer vários quadrados tanto na sua imagem de referência quando na sua folha de desenho, sendo estes quadrados seus "pontos" de referência para copiar a imagem de maneira simétrica.  

 

Vamos à atividade: 1)

 Faça a releitura do autorretrato de Frida Khalo utilizando a técnica Grid quadriculado. 




 Referências: https://www.criandocomapego.com/7-atividades-sobre-frida-kahlo-para-criancas/http://carlosdamascenodesenhos.com.br/aulas-de-desenho-gratis/7-tecnicas-para-conseguirprecisao-nos-seus-desenhos/https://aminoapps.com/c/desenhistas-amino-br/page/blog/tutorial-como-desenhar-usandogrid/J87k_6LVCduP5nMGRl8d2JKXY4pPrle6oQ3#:~:text=Grid%20(ou%20grade)%20%C3%A9%20uma,realismo%2C%20anime%2C%20etc).

 

Luz e Sombra

 

Luz e Sombra

Dificilmente paramos para observar a sombra e luz na natureza, nos objetos ou nos seres. Ela é um elemento fundamental na pintura e aprender a observá-la através do exercício do desenho é uma parte importante do ensino de arte. Desenhos, pinturas, fotografias e outros objetos artísticos naturalmente em duas dimensões, necessitam de sombra e luz para passarem a ideia de volume, além da perspectiva.
Sombra e luz são os mais básicos elementos para darmos volume em desenhos.
O volume é em conjunto com a forma outro dos aspectos que distingue os objetos que nos rodeiam. Este depende da luz que recebe, e por consequência das sombras que este produz.
A definição correta do volume num objeto se consegue através da valorização exata das intensidades das suas sombras.

Podemos definir dois tipos de sombras, as próprias e as projetadas.
As sombras próprias são as que originam o objeto em si próprio e as projetadas são aquelas que ele produz nas superfícies vizinhas. Também se deve ter em consideração os reflexos produzidos pela luz, que projetam as superfícies ou objetos vizinhos já que estas aclaram a sombra própria.
O volume é o que distingue os objetos que nos rodeiam. Este depende da luz que recebe, e por consequência das sombras que este produz.

Podemos definir dois tipos de sombras:
·         as próprias
·         as projetadas.


 Atenção: Você sabe que os objetos ao seu redor são tridimensionais, porque você pode andar com eles, vê-los de todos os lados, e tocá-los. Tome um momento para olhar ao seu redor os objetos familiares. Tente descobrir porque você vê as suas reais formas tridimensionais. Olhe para os diferentes valores criados pela luz e sombras.


Sugestão de atividade
Atividade 1
Observe as figuras a seguir e localize a sombra própria, projetada e o brilho da luz.


 
Faça a mesma coisa com a figura do jarro.










 Atividade 2
Proponha aos alunos que façam desenhos de observação. Os desenhos podem ser feitos da observação de quaisquer imagens, a partir do real ou de fotografias. Podem ser figuras simples: por exemplo, a borracha, ou uma cadeira da sala de aula. Depois, os alunos devem preocupar-se com a luz e a sombra dos desenhos. Não é para colorir. Deve-se utilizar apenas lápis preto ou caneta esferográfica fazendo hachuras que - por vezes mais esparsas e por outras mais densas - dão o efeito claro-escuro.


Fonte:

quarta-feira, 1 de março de 2023

CRIAR UMA MANDALA

 Criar uma Mandala

   

Mandala que em Sânscrito significa “círculo”. De acordo com algumas culturas e sua crenças, as mandalas estão relacionadas com as energias da vida e servem de instrumentos para meditação.

É formada por círculos e quadrados com um centro comum – concêntricos e formam uma imagem simbólica.

O desenho básico pode ser sempre o mesmo, mas as cores e a variação do desenho poderá tornar cada mandala com seu próprio estilo.


Proposta: Criar uma mandala

 

Material:
Papel sulfite A4; Lápis preto; Régua; Compasso; Borracha; Lápis de cor.

Como fazer:
1- Pegue a folha e meça formando um quadrado, de preferência de 20cm x 20cm.
Depois de treinar bastante poderá fazê-lo com as dimensões que desejar.
Feito isso, com a régua marque o ponto central do papel;
Trace uma linha horizontal e depois outra vertical, formando uma cruz, marque pontos com distância de 2cm a partir do ponto central.

2- Agora faça entre as linhas já traçadas, mais duas linhas em diagonal e marque pontos, sempre a partir do centro, também de 2cm a 2cm

3- A partir daí usando o compasso trace círculos passando por esse pontos.

4- Já tem a base pronta.

5- Faça pequenos desenhos entre esses círculos, que podem ser traçados com compasso ou régua e lápis, como triângulos, quadrados, folhas, flores……

 

IMPORTANTE: o desenho da mandala precisa ser simétrico, ou seja, os dois lados iguais em dimensões e tipo de desenho.

6- Detalhe: uma mandala é feita sempre com repetição de desenhos e quanto mais elementos você acrescentar, mais complexa a sua mandala ficará.

7- Com o contorno básico criado, comece definir a sua mandala.

8- Criatividade na escolha das cores que você utilizará.

9- Comece de qualquer ponto, usando a sua imaginação para completar a sua criação.

Desenho pronto!


Pastel e óleo digital,

 

Pastel e óleo digital, duas coisas que eu ainda não conhecia da arte digital.

Olá amigos,

Quando vi essas imagens jurava que eram feitas com pastel comum. Mas para minha surpresa, são arte digital do artista iraniano Shahin.
Vejam que lindos!















Incríveis não é mesmo?

Flocos de neve com papel.

 

Aprendendo a fazer flocos de neve com papel.

Vejam como é fácil!!!

Primeiro deve-se dobrar o papel, depois desenhar o gráfico do floco de neve,  recortar, abrir  e então se surpreender com o resultado!!!


Aerografia.

 

Aerografia.

Que tal algumas informações sobre aerografia?

Existem vários tipos de aerógrafos, de diferentes marcas, mas o funcionamento não difere. É necessária uma fonte de ar (um compressor é o ideal). E assim como um carburador, o fluxo de ar causa uma depressão no canal que alimenta a tinha, assim o ar “puxa” a tinta e ambos saem pelo bico. 
A pistola é alimentada com ar comprimido e tinta. A tinta é colocada no "copinho" acoplado ao aerógrafo. Este recipiente para tinta é diferente nos vários modelos de aerógrafos, podendo ser removível ou fixo, lateral ou acoplado na parte superior da pistola.
 
O aerógrafo pode ser de dupla ação ou de ação simples:

No AERÓGRAFO DE AÇÃO SIMPLES, o gatilho quando apertado libera um jato de tinta de espessura pré-determinada, não permitindo o controle de tamanho do jato. O único movimento possível no gatilho, é
apertá-lo para baixo. O tamanho do jato de tinta é determinado como uma característica do aerografo. Sua utilização é bem simples e por isso, também limitada.
No AERÓGRAFO DE DUPLA AÇÃO, o gatilho possui duas funções:
Primeiro, quando apertado para baixo o gatilho abre a válvula que libera a entrada de ar comprimido, e segundo, a medida que se puxa o gatilho para trás (ainda mantendo-o apertado) é acionado o mecanismo que libera a saída da tinta.
 Pressionado o gatilho, liberá-se apenas ar, e a medida que o puxa para trás, libera-se o jato de tinta (cada vez maior, quanto mais para trás se posiciona o gatilho). Com um pouco de prática, é possível dimensionar o jato de tinta para que se faça desde traços muito finos até fundos mais amplos.
O primeiro contato com o aerógrafo, pode parecer complicado, mas para se fazer bons trabalhos, basta utilizar de técnicas, que são capazes de provocar resultados impressionantes.
Existem vário modelos de compressores que são silenciosos, ideal para quem pretende trabalhar durante muitas horas. Ajuste o regulador da pressão do ar em 25 libras para ilustração e arte final (essa é a pressão mais adequada para a maioria dos aerógrafos), e em no máximo 60 libras para camisetas e pintura automotiva (verifique a pressão máxima tolerada pelo seu aerógrafo). A pressão mais baixa causa um jato de tinta irregular produzindo as "gotas", e a pressão muito alta pode causar danos ao aerógrafo.
 
A Tinta


Existem tintas especialmente desenvolvidas para o trabalho em aerografia, mas praticamente todas as tintas podem ser usadas no aerógrafo, apenas tomando-se os seguintes cuidados: Cada superfície a ser pintada necessita de uma tinta específica - tecido, madeira, metal... Depois de escolhida a tinta adequada ao trabalho é preciso prepará-la para o aerógrafo.
Para poder passar livremente pelo aerógrafo, a tinta deve ter uma textura similar ao leite. Se a tinta for muito densa, deverá ser feita a sua diluição utilizando-se o seu próprio solvente até obter-se a densidade desejada. O mesmo solvente deverá ser usado na limpeza da pistola após a utilização da tinta. É preferível usar tintas solúveis em água, pois são menos tóxicas. 

Escolha locais bem ventilados para pintar e fazer a limpeza do seu equipamento. Para pinturas em isopor ou depron, estamos utilizando tinta acrílica com base de água, diluída com álcool isopropilico.

A limpeza do aerógrafo é fundamental para o seu funcionamento adequado. O aerógrafo deve ser limpo entre a troca das cores, e ao final de cada seção de trabalho.  Qualquer resíduo de tinta que fique no aerógrafo, afetará a cor seguinte. Evite também que partículas de tinta sequem dentro do bico do aerógrafo. O aerógrafo entope facilmente se encontrar partículas sólidas de tinta. Uma boa dica é sempre coar a tinta antes de usá-la no aerógrafo (use meias de (com água ou o seu solvente específico), estando leitosa. O procedimento de limpeza é bem simples.


Limpeza entre a troca de cores: 

Solte ar até que não saia mais nenhuma tinta do aerógrafo. Use um pano, ou um papel e pulverize o ar sobre esta superfície para verificar se realmente o aerógrafo já não está mais soltando tinta. Coloque água, ou o solvente adequado no “copinho” de tinta, e pulverize sobre o a superficies. Repita o processo até estar seguro de que não restam mais resíduos de tinta no aerógrafo. Este procedimento é fundamental quando você faz uma troca de cor do preto para o
branco por exemplo, ou cores muito mais claras do que a usada antes. Neste caso, você deve limpar bem a cor anterior antes de continuar o seu trabalho.
Para cores mais próximas, pode-se fazer uma limpeza mais rápida. Por exemplo de amarelo para alaranjado. Se você perceber algum acúmulo de tinta na ponta do aerógrafo, ou um súbito entupimento, retire a capa protetora do bico, e limpe toda tinta com o auxílio dos dedos (lembrando sempre que a ponta da agulha é bem afiada). Se ainda restarem resíduos de tinta, será necessário remover a agulha, soltando a rosca da parte posterior do aerógrafo (esta rosca pode variar nos diferentes modelos de aerógrafos). Retire a agulha cuidadosamente e gire-a sobre a palma da mão até conseguir remover todo o residuo de tinta. Não use pano
ou papel para este fim, pois a agulha poderá reter fibras que logo produzirão sujeira no seu trabalho. Se for preciso, molhe a agulha em água ou solvente. Quando você estiver seguro de que a agulha está bem limpa, recoloque-a em seu lugar, pulverize mais alguns jatos de água ou solvente, e recomece seu trabalho.

Limpeza depois de cada seção de trabalho:

Ao terminar seu trabalho ou se for parar a pintura por um tempo superior ao tempo da tinta secar no aerógrafo, você deve tomar algumas precauções. nunca deixe seu aerógrafo sujo. Limpe-o a fundo e guarde-o imediatamente. Se você não limpá-lo imediatamente após o uso, mais tarde você terá que trabalhar o dobro antes de ter o seu equipamento em condições de trabalhar.
Pulverize água ou solvente até não restar mais resíduos de tinta em seu aerógrafo. Retire a agulha, e desmonte o conjunto bico e protetor. Mergulhe o bico em água ou solvente por alguns minutos, para amolecer a tinta acumulada, em seguida limpe-o até retirar todos os resíduos de tinta que ainda possam estar acumulados em seu interior. Use para isso, um pincel bem fino, ou um alfinete, girando cuidadosamente no interior do bico. Limpe o corpo do aerógrafo com alfinete, palito de dente, ou uma agulha de aerógrafo velha. As vezes será preciso desmontar mais partes do equipamento.
Em cada fabricante, existem diferenças na hora de desmontar o equipamento. Se você acha que realmente será necessário desmontar todo o seu aerógrafo para limpa-lo, faça-o com muito cuidado e atenção, para depois poder remontá-lo manuseadas com extremo cuidado. Só desmonte todo o aerógrafo, depois de repetir o procedimento de limpeza descrito acima várias vezes, e ainda notar a presença de sujeira no aerógrafo.

Pronto para começar? Prepare a tinta (esta deve ter a densidade igual ao leite). Se for necessário, acrescente água para que a tinta fique na densidade adequada ao aerógrafo. Coe a tinta com uma meia de seda velha, e coloque no "copinho" de tinta do seu aerógrafo. Use seu compressor com a pressão regulada em 25 libras. Movimente o aerógrafo, sem encostar o braço na prancheta. Para os primeiros passos, utilizaremos tinta acrílica (que é solúvel em água) sobre papel, e um aerógrafo de dupla ação. Comece com exercícios bem básicos.
Note que o efeito da pintura é determinado pela quantidade de tinta pulverizada em relação à distancia que o aerógrafo está da superfície de trabalho. Mantenha o aerógrafo a 90º com relação à superfície de trabalho.
Quando você aperta o gatilho, o ar é liberado. Com o gatilho apertado, quanto mais você o trouxer para trás, maior será a quantidade de tinta liberada. Comece pulverizando pequenos pontos.
Mantenha o aerógrafo bem perto da superfície de trabalho (aproximadamente 3cm) e experimente dar alguns jatos de tinta. Se você liberar bem pouca tinta (puxar o gatilho só um pouco para trás depois de apertado) você produzirá pontos bem finos.Se você puxar o gatilho muito para trás mantendo o aerógrafo perto da superficie de trabalho, você produzirá uma explosão de tinta que possivelmente provocará um erro! Quando você conseguir dimensionar a quantidade de tinta (abertura do gatilho) para não borrar seus pequenos pontos, comece a praticar com linhas finas (linhas largas não irão aprimorar a sua técnica). Mantenha o aerógrafo perto da superfície de trabalho e aperte o gatilho. Assim que o ar for liberado, puxe o gatilho
levemente para trás e mova a sua mão firmemente em linha reta.
Você produzirá um traço bem fino. Faça vários traços paralelos descendo pela folha de papel com um movimento de "vai-vem".
Os movimentos com o aerógrafo devem ser curtos, da esquerda para a direita e da direita para a esquerda, fazendo linhas uma abaixo da outra. A cada movimento, você irá repetir o processo de apertar o gatilho para liberar o ar, puxar o gatilho para trás para liberar a tinta fazendo o movimento, e depois de fazer seu movimento, interromper o fluxo de ar, e voltar o gatilho à sua posição inicial.
Comece com pontos, variando a distância entre aerógrafo e o papel, fazendo pontos bem definidos de vários tamanhos. Em seguida faça as linhas. Vá testando o jato, sempre mudando a distância e a abertuara do gatilho para a liberação da tinta, até atingir um padrão de linhas finas, em pontos que marquem o começo e o final do movimento. Feito isto, pegue uma outra folha de papel e encha-a de pontos aleatórios, unindo estes pontos em seguida com linhas finas como mostra a figura ao lado.
Faça rabiscos livres. Aperte o gatilho para baixo, e assim que for liberado o ar, puxe o gatilho levemente para trás e movimente seu braço evitando borrões no começo das linhas. Brinque com seu aerógrafo, mudando a altura do aerógrafo em relação ao papel, e puxando o gatilho mais, ou menos para trás para obter variações na quantidade de tinta liberada, e nos efeitos conseguidos em seus rabiscos. 
O iniciante vai cometer alguns erros até compreender bem o funcionamento do seu equipamento.  Aprenda com os erros. A linha com os pontos nas extremidades é um erro bastante comum dos iniciantes. Para evitar os pontos nas extremidades da linha comece o movimento junto com a liberação da tinta. E ao final do traço suspenda a pressão sobre o gatilho para interromper o fluxo de ar e de tinta, antes de interromper o movimento do braço.
Se o traço tiver em torno de si uma névoa, produto de um desvio de tinta causado por alguma sujeira. Para se obter bons resultados com o aerógrafo é imprescindível que este esteja bem limpo e que as tintas sejam coadas antes do trabalho, para evitar a sujeira e o entupimento da pistola. Não desanime! Cometa bastante erros e aprenda com eles!
Segue alguns exercícios comece praticando com eles. Daí faça o primeiro projeto e mãos e obra. 
O objetivo destes exercícios, é fazer com que o iniciante possa "sentir" seu aerógrafo e perceber suas funções. .Prepare a tinta (esta deve ter a densidade igual ao leite). Se for necessário, acrescente água para que a tinta fique na densidade adequada ao aerógrafo. Coe
a tinta com uma meia de seda velha, e coloque no "copinho" de tinta do seu aerógrafo. Use seu compressor com a pressão regulada em 25 libras. Movimente o aerógrafo, sem encostar o braço na prancheta.
Para os primeiros passos, utilizaremos tinta acrílica (que é solúvel em água) sobre papel, e um aerógrafo de dupla ação. Comece com exercícios bem básicos.
Note que o efeito da pintura é determinado pela quantidade de tinta pulverizada em relação à distancia que o aerógrafo está da superfície de trabalho.
Mantenha o aerógrafo a 90º com relação à superfície de trabalho. Quando você aperta o gatilho, o ar é liberado. Com o gatilho apertado, quanto mais você o trouxer para trás, maior será a quantidade de tinta liberada.
Comece pulverizando pequenos pontos. Mantenha o aerógrafo bem perto da superfície de trabalho (aproximadamente 3cm) e experimente dar alguns jatos de tinta. Se você liberar bem pouca tinta (puxar o gatilho só um pouco para trás depois de apertado) você produzirá pontos bem finos.Se você puxar o gatilho muito para trás mantendo o aerógrafo perto da superficie de trabalho, você produzirá uma explosão de tinta que possivelmente provocará um erro!
Quando você conseguir dimensionar a quantidade de tinta (abertura do gatilho) para não borrar seus pequenos pontos, comece a praticar com linhas finas (linhas largas não irão aprimorar a sua técnica).
Mantenha o aerógrafo perto da superfície de trabalho e aperte o gatilho. Assim que o ar for liberado, puxe o gatilho levemente para trás e mova a sua mão firmemente em linha reta. Você produzirá um traço bem fino.
Faça vários traços paralelos descendo pela folha de papel com um movimento de "vai-vem". 

Os movimentos com o aerógrafo devem ser curtos, da esquerda para a direita e da direita para a esquerda, fazendo linhas uma abaixo da outra. A cada movimento, você irá repetir o processo de apertar o gatilho para liberar o ar, puxar o gatilho para trás para liberar a tinta fazendo o movimento, e depois de fazer seu movimento, interromper o fluxo de ar, e voltar o gatilho à sua posição inicial.
Comece com pontos, variando a distância entre aerógrafo e o papel, fazendo pontos bem definidos de vários tamanhos. Em seguida faça as linhas. Vá testando o jato, sempre mudando a distância e a abertura do gatilho para a liberação da tinta, até atingir um padrão de linhas finas, sem pontos que marquem o começo e o final do movimento.
Feito isto, pegue uma outra folha de papel e encha-a de pontos aleatórios, unindo estes pontos em seguida com linhas finas como mostra a figura ao lado.

Aqui você vai fazer rabiscos livres (figura ao lado)! Aperte o gatilho para baixo, e assim que for liberado o ar, puxe o gatilho levemente para trás e movimente seu braço evitando borrões no começo das linhas. Brinque com seu aerógrafo, mudando a altura do aerógrafo em relação ao papel, e puxando o gatilho mais, ou menos para trás para obter variações na quantidade de tinta liberada, e nos efeitos conseguidos em seus rabiscos.
 Para este exercício, usaremos uma régua de 30cm. Com um lápis (H2) faça 4 ou 5 linhas horizontais em uma folha de papel (passe o lápis de leve sobre o papel), com uma distância de pelo menos 5cm entre cada linha. Segure então a régua um pouco afastada do papel e comece o movimento pelo lado esquerdo com ao aerógrafo a uma distância de 5cm da régua. Na próxima linha, mude a distância entre o aerógrafo e o papel. No final, você pode tentar fazer
uma linha uniforme sem o auxílio da régua.
Aprenda o mecanismo experimentando, sempre apertando o gatilho para baixo primeiramente para liberar o ar, e depois puxando aos poucos para trás, para liberar a tinta. Ao final de cada linha, retire a pressão do dedo sobre o gatilho para interromper o fluxo de ar e só então volte o gatilho para frente. O iniciante vai cometer alguns erros até compreender bem o funcionamento do seu equipamento. Veja alguns erros cometidos frequentemente neste exercício e como
podem ser corrigidos.
Este ponto (figura acima) foi feito com um jato muito grande de tinta em relação à distância entre o aerógrafo e o papel, e por isso a tinta se esparramou para além do ponto.
A linha com os pontos nas extremidades é um erro bastante comum dos iniciantes. Para evitar os pontos nas extremidades da linha comece o movimento junto com a liberação da tinta (assim que o gatilho é puxado para trás, a mão se move). Leia quadro abaixo.
Repare na existência de "pontos" nas extremidades das linhas. Este é um erro causado por um movimento inseguro das mãos. A mão não se moveu com regularidade no começo e no final das linhas. Assim que o ar é liberado, comece o movimento do braço e libere a tinta, e ao final do traço suspenda a pressão sobre o gatilho para interromper o fluxo de ar e de tinta,  antes de interromper o movimento do braço.

Este tipo de sujeira, pode ocorrer em decorrêcia de uma tinta pouco diluída (muito grossa), ou deum erro de regulagem da pressão do ar (pressão muito baixa).
Outro motivo possível, é sujeira na agulha ou no copinho de colocar tinta. Verifique se o aerógrafo está corretamente limpo. Experimente pulverizar outra cor de tinta para verificar se o problema não está na tinta que você está usando.

Neste exemplo o problema é de sujeira no aerógrafo. Repare que o traço tem em torno de si uma névoa, produto de um desvio de tinta causado por alguma sujeira. Para se obter bons resultados com o aerógrafo é imprescindível que este esteja bem limpo e que as tintas sejam coadas antes do trabalho, para evitar a sujeira e o entupimento da pistola.


Não desanime! Cometa bastante erros e aprenda com eles!
Uma vez que você já dominou os pontos e as linhas vamos fazer um exercício com um degradê bem suave. Este efeito serve para dar à pintura feita com aerografia um resultado tridimensional.
A pistola agora deve ficar mais longe da superfície de trabalho (cerca de 15cm). Sobre a folha de papel faça jatos mais longos de um lado para o outro da folha com o mesmo movimento de "vai-vem" utilizado para o exercício das linhas. Faça jatos com pouca tinta já que o efeito desejado é um degradê suave que tende para o transparente. Nunca se esqueça de que com o aerógrafo você sempre poderá adicionar mais tinta, mas você não poderá retirar eventuais excessos. Por isso daremos sempre preferência a jatos suaves, que você pode sobrepor quantas vezes forem necessárias, até obter a cor desejada.
Teste o jato de tinta, e então espirre levemente na parte superior da folha de papel de um lado para o outro. Quando este jato de tinta já estiver seco, repita a operação desde o alto da página para fortalecer a cor na parte superior, e continue até o meio da página para criar os tons intermediários. Repita esta operação até conseguir um degradê homogêneo. Preste atenção para evitar que partículas de tinta se sobressaiam sobre as partes mais claras do trabalho. O efeito desejado é como o de uma névoa.
Note que na figura acima o exemplo do movimento da mão (figuras com a seta rosa) é representado por uma seta contínua, mas seus movimentos serão sempre interrompidos a cada ir e vir, como explicado anteriormente.
Repita este exercício até conseguir um degradê suave e homogêneo. O degradê é um efeito em que se consegue uma transição linear entre duas ou mais cores. No primeiro exemplo, apesar de usarmos apenas uma cor, a transição ocorre entre o azul e o branco.
Agora iremos fazer outro exercício de degradê, com mais de uma cor.
 Comece com o aerógrafo a cerca de 15cm de distância da folha de papel e a partir do canto superior faça movimentos de um lado para o outro, trabalhando lentamente até a metade do papel (o mesmo movimento de "vai-vem" do exercício anterior). Deixe secar, e sobreponha a pintura para fortalecer a cor na parte superior da folha, começando novamente os movimentos no alto da folha e descendo até conseguir uma transição linear da cor de tons mais escuros para tons mais claros. Troque a tinta do seu aerógrafo (no exemplo estamos trabalhando com verde e amarelo) para amarelo.
 Vire sua folha de papel em 180º e repita o procedimento anterior até obter na parte superior da folha um amarelo bem intenso, que vai clareando a medida em que você se aproxima do meio da página. Os dois tons de cores irão se misturar suavemente no meio da folha de papel tornando a transição entre eles bem homogênea. Cuidado para não produzir traços definidos. O efeito esperado aqui é de "fumaça" e não de linhas. Logo abaixo você pode conferir o resultado esperado neste exercício, e um exemplo de como ficaria o exercício acrescentando-se a ele mais uma cor (no caso, o azul).
 Um erro comum neste exercício é o aparecimento de linhas que denunciam o movimento das mãos. Veja na figura ao lado. O seu degradê deve ser feito de forma suave e lenta para que se consiga uma pintura homogênea. O aparecimento de linhas que denunciam o movimento das mãos, dificilmente poderá ser corrigido.
Nesta técnica, assim como em todas as coisas que se quer aprender, é fundamental que se faça os exercícios até atingir o padrão desejado. Se você puder aerografar pelo menos uma hora por dia, em muito pouco tempo estes exercícios já não oferecerão dificuldades. É fundamental uma intimidade bem grande entre o artista e seu equipamento de trabalho!
Como todo hobby, a aerografia requer dedicação e paciência. Principalmente paciência. Então pratique.

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